quinta-feira, 24 de julho de 2014
Os foguetes estouraram e dessa vez não vitimaram civis; feriram o ego dos soldados, que em reposta apontaram suas armas. Os foguetes estouraram, iluminando a face do povo enquanto tentavam cruzar o muro.
Com ironia, mandaram avisar que ressalvas de anões diplomáticos não são bem-vindas e recebeu como resposta o silêncio desse pequeno, que demonstrou grandiosidade na postura.
As portas estão fechadas e não se pode fugir. Obrigam-os ficar e assistir a um filme com um final indeciso e cenas amargas.
A escola não funcionará. A culpa ainda incerta é atribuída aos dois lados e negada por ambos. Mas a escola não funcionará e isso já não importa, os garotos estão perdidos, correndo para se esquivarem de balas; olhando para o céu, dessa vez não para ver suas pipas e sim para calcular o movimento dos mísseis.
Gigantes diplomáticos não interferem e capacetes azuis se mantêm distantes da outrora terra sagrada. Deus vê a desproporcionalidade dos fatos, mas nem ele se atreve intervir. Todos observam e nada fazem.
A escola não funcionará, porque crianças estão sem vida. As que respiram, agonizam em esperança. Desespero não lhes é novidade.
Centenas de mortes pesam sobre uma guerra que não mais se sustenta. Enquanto respiram terror, soldados e rebeldes tentam transparecer uma iminente vitória que não existirá. O lamento daqueles que se perderam vai ecoar.
Enquanto a soberba utiliza-se de porta-voz para anunciar que não vai recuar e justifica o rigor desumano desproporcional, à um domo protetor, gritos de apelo são sufocados pelos sons que cruzam o céu acima de suas cabeças.
Mas isso não importa, porque mais escolas não funcionarão.
Com ironia, mandaram avisar que ressalvas de anões diplomáticos não são bem-vindas e recebeu como resposta o silêncio desse pequeno, que demonstrou grandiosidade na postura.
As portas estão fechadas e não se pode fugir. Obrigam-os ficar e assistir a um filme com um final indeciso e cenas amargas.
A escola não funcionará. A culpa ainda incerta é atribuída aos dois lados e negada por ambos. Mas a escola não funcionará e isso já não importa, os garotos estão perdidos, correndo para se esquivarem de balas; olhando para o céu, dessa vez não para ver suas pipas e sim para calcular o movimento dos mísseis.
Gigantes diplomáticos não interferem e capacetes azuis se mantêm distantes da outrora terra sagrada. Deus vê a desproporcionalidade dos fatos, mas nem ele se atreve intervir. Todos observam e nada fazem.
A escola não funcionará, porque crianças estão sem vida. As que respiram, agonizam em esperança. Desespero não lhes é novidade.
Centenas de mortes pesam sobre uma guerra que não mais se sustenta. Enquanto respiram terror, soldados e rebeldes tentam transparecer uma iminente vitória que não existirá. O lamento daqueles que se perderam vai ecoar.
Enquanto a soberba utiliza-se de porta-voz para anunciar que não vai recuar e justifica o rigor desumano desproporcional, à um domo protetor, gritos de apelo são sufocados pelos sons que cruzam o céu acima de suas cabeças.
Mas isso não importa, porque mais escolas não funcionarão.
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