terça-feira, 8 de julho de 2014
Pra ser jornalista tem que gostar de ler. Essa é a premissa básica (e verdadeira) que permeia esse universo que estou felizmente inserida.
Nunca foi meu sonho ser jornalista. Quando criança, já fui médica, advogada, modelo e arquiteta. Nunca fui jornalista. Quando cresci, quis brincar de ser relacionista internacional, mas a brincadeira ficou chata. Hoje sou jornalista (ou quase) e dessa brincadeira, sei que não me canso.
Como já disse no início do post, paixão do jornalista é a leitura e isso nada tem a ver com status, é algo que sem explicação se apodera da gente.
Dentre provas, trabalhos e projetos, esse mês consegui espaço para um livro: Quem é você, Alasca?
A obra que é fruto de uma das mentes mais fodas (perdão, mas o palavreado é cabível nessa situação) que tive acesso nos últimos tempo, o norte americano sensação do momento; John Green.
Eu já tinha lido duas de suas obras, o estrondoso A culpa é das estrelas e o lindinho O teorema de Katherine, mas confesso que não estava preparada para a envolvente trama de Looking for Alaska (nome original).
John Green consegue romper com todos os clichês sobre os livros do gênero, recorrendo a sua extensa bagagem intelectual. Em Quem é você, Alasca? por exemplo, ele traz interessantes referências a obras e frases de importantes expoentes da história mundial.
Quem é você, Alasca? é um daqueles livros que dá vontade de nunca parar de ler, de atrasar compromissos e projetos só para ler mais uma página e saber o que vai acontecer. Acredite, eu fiz isso.
Sobre o livro:
Quem é você, Alasca? foi escrito em 2005 e foi o primeiro livro escrito por John Green.
O livro conta a história de Miles Haulter, um garoto viciado nas últimas palavras ditas por personalidades históricas que vai em busca de um "grande talvez", quando decide sair de casa para estudar na escola preparatória de Culver Creek, no Alabama.
Em Culver Creek, Miles conhece o "Coronel" seu colega de quarto que lhe apresenta as maravilhas e as especificidades de seu novo mundo, Takumi e Alaska Young, uma menina diferente de todas que ele já tinha visto.
Miles é um daqueles personagens que queríamos muito ter como amigo. A inocência e os persistentes questionamentos dele nos fazem cair de amores. Enquanto Alaska é daquelas ambiguidades andantes, que consegue ser engraçada, inteligente, complicada, apaixonante e insuportável em um só ato.
As loucuras de Alaska, as aventuras vividas pelo grupo, as pressões e as obrigações da nova vida, a busca constante pelo grande talvez e pela saída do labirinto (alusão a obra de Gabriel García Marquez) são tão intensas e envolventes que torna a obra viciante.
Merecidamente Green parece ter caído nas graças também de Hollywood e Quem é você, Alasca? que teve os direitos comprados pela Paramount vai virar filme, com promessa de ser tão viral quanto foi A culpa é das estrelas.
John Green possui uma sensibilidade tão aflorada para as questões existenciais que dá vontade de ler todas as suas seis obras compulsivamente, sem parar, tanto que já estou planejando Cidades de Papel para a próxima semana.
Com certeza a leitura de qualquer coisa vinda de Green é revigorante e vale muito a pena.
Nunca foi meu sonho ser jornalista. Quando criança, já fui médica, advogada, modelo e arquiteta. Nunca fui jornalista. Quando cresci, quis brincar de ser relacionista internacional, mas a brincadeira ficou chata. Hoje sou jornalista (ou quase) e dessa brincadeira, sei que não me canso.
Como já disse no início do post, paixão do jornalista é a leitura e isso nada tem a ver com status, é algo que sem explicação se apodera da gente.
Dentre provas, trabalhos e projetos, esse mês consegui espaço para um livro: Quem é você, Alasca?
A obra que é fruto de uma das mentes mais fodas (perdão, mas o palavreado é cabível nessa situação) que tive acesso nos últimos tempo, o norte americano sensação do momento; John Green.
Eu já tinha lido duas de suas obras, o estrondoso A culpa é das estrelas e o lindinho O teorema de Katherine, mas confesso que não estava preparada para a envolvente trama de Looking for Alaska (nome original).
John Green consegue romper com todos os clichês sobre os livros do gênero, recorrendo a sua extensa bagagem intelectual. Em Quem é você, Alasca? por exemplo, ele traz interessantes referências a obras e frases de importantes expoentes da história mundial.
Quem é você, Alasca? é um daqueles livros que dá vontade de nunca parar de ler, de atrasar compromissos e projetos só para ler mais uma página e saber o que vai acontecer. Acredite, eu fiz isso.
Sobre o livro:
Quem é você, Alasca? foi escrito em 2005 e foi o primeiro livro escrito por John Green.
O livro conta a história de Miles Haulter, um garoto viciado nas últimas palavras ditas por personalidades históricas que vai em busca de um "grande talvez", quando decide sair de casa para estudar na escola preparatória de Culver Creek, no Alabama.
Em Culver Creek, Miles conhece o "Coronel" seu colega de quarto que lhe apresenta as maravilhas e as especificidades de seu novo mundo, Takumi e Alaska Young, uma menina diferente de todas que ele já tinha visto.
Miles é um daqueles personagens que queríamos muito ter como amigo. A inocência e os persistentes questionamentos dele nos fazem cair de amores. Enquanto Alaska é daquelas ambiguidades andantes, que consegue ser engraçada, inteligente, complicada, apaixonante e insuportável em um só ato.
As loucuras de Alaska, as aventuras vividas pelo grupo, as pressões e as obrigações da nova vida, a busca constante pelo grande talvez e pela saída do labirinto (alusão a obra de Gabriel García Marquez) são tão intensas e envolventes que torna a obra viciante.
Merecidamente Green parece ter caído nas graças também de Hollywood e Quem é você, Alasca? que teve os direitos comprados pela Paramount vai virar filme, com promessa de ser tão viral quanto foi A culpa é das estrelas.
John Green possui uma sensibilidade tão aflorada para as questões existenciais que dá vontade de ler todas as suas seis obras compulsivamente, sem parar, tanto que já estou planejando Cidades de Papel para a próxima semana.
Com certeza a leitura de qualquer coisa vinda de Green é revigorante e vale muito a pena.
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